Escuta

A Pastoral da Escuta vai atender pessoas em crise – são pessoas em sofrimento, aflitas, sozinhas, doentes, profissionalmente em crise, às vezes em desespero, marcadas por um momento da vida sem direção. São exatamente as pessoas sobre as quais Jesus sempre teve um olhar especial de compaixão e misericórdia: “Ao ver as multidões, Jesus encheu-se de compaixão por elas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor”(Mt 9. 36). É grande a multidão cansada e abatida, precisando de ajuda, de alguém que escute e acolha como Jesus, o Bom Pastor, a estas ovelhas desgarradas e perdidas para serem (re)conduzidas no caminho do rebanho do Senhor.

Pela Pastoral da Escuta a Igreja do Senhor nos entrega uma parcela de seu povo que precisa de Misericórdia e diração, que precisa ser ouvida. Usando os nossos ouvidos sensíveis, os nossos corações e habilidades intelectuais, fundados na Oração e plasmados no coração de Jesus, sob a unção do Santo Espírito, levamos a consolação e força da fé aos que mais precisam.

“Ouvi, então, a voz do Senhor que dizia: ‘A quem enviarei? Quem irã por nós?’ Respondi: Aqui estou! Envia-me” (Is 6,8).

Missão

Servir ao próximo, colocando-nos como canal espiritual de mão dupla, etre a pessoa em crise e o Espírito Santo, com entrega total como fonte genuína de amor, compreensão, compaixão, encorajamento e direção, por meio de uma escuta amorosa e/ou oração ÀQUELE quem dá o consolo, a paz a cura e a libertação. Acompanhar-escutar a pessoas em suas crises: profissional, sentimental, diante da perspectiva da doença e da morte, etc. Orando por elas e aconselhando quando e como possível, sempre de acordo com o Evangelho de Jesus e a doutrina moral de sua igreja.

Objetivos

Ser canal do Evangelho da graça, sensibilizando a pessoa a enxergar a mão do Senhor em sua vida e as oportunidades que toda crise apresenta.

Ao escutar e/ou orar, fazemos de nosso rosto e de nosso olhar, o rosto e o olhar de Cristo para que a pessoas se sinta membro do Corpo Místico de Cristo (Igreja), num acolhimento espritual verdadeiro.

Fazer a esperança nascer no próximo, “um rio de água viva e um sopro de esperança”, pois Cristo disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

Caminhar com o próximo na sua angústia, assim como Jesus caminhou com os discípulos de Emaus, na simplicidade, na perseverança, no anonimato, mas na firmeza da fé: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

Conscientizar o próximo sobre a nossa “cultura da morte”, marcada pelos valores mundanos – transitórios, egocêntricos, hedonistas, idólatras – e por relações interpessoais doentias, de (co)dependências várias. Nesta concientização, levá-lo a reconhecer a fragilidade humana que nos permeia e nos iduz ao pecado, afastando-nos de Deus e criando obstáculos a uma verdadeira “cultura da morte”, marcada de paz, serenidade e alegria, em intimidade com ELE, que TUDO É! Fazer ver que a carreiram os ben materiais, por mais importantes que sejam, são meios e nunca fim em si mesmos.

Orientar o próximo sobre a necessidade de buscar, ou continuar buscando, o Sacramento da Reconciliação, como fonte de bênçãos de cura, de libertação, transformações e de transbordamento de amor, paz e alegria interior.  A Pastoral da Escuta trabalha em consonância com os SAcramentos da Igreja, sob pena da pessoas não caminhar em espírito e verdade.

Valores

Desprendimento de si mesmo, para servir ao próximo segundo a vontade de Deus, no abandono à ação do Espírito Santo.

Ser um coração compassivo, misericordioso e humildo, que escuta no silência e guarda, como Maria, o sigilo sacramental da história do irmão que lhe é partilhada e revelada.

Ser confiante na Palavra e nas Promessas de Deus, como esteio e segurança na Oração, Escuta e Acolhimento.

Ser firme e sereno diante do inimigo, indo contra as forças do mal com o podereso nome de Jesus e com a “espada” do Santo Espírito, que é a Palavra de Deus.

Trabalhar em obediência à igreja.

Horário:

A partir de 17/02/16, na Igreja Matriz toda 4a. feira das 8hs às 10hs.
Mas já estamos atendendo com horários marcados e quando encaminhados pelo Pe. Ubirajara.

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